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terça-feira, 22 de junho de 2010

Dualidade



Não sei se faz parte do fruto da incompetência humana ou então da ociosidade que insiste em tomar conta, mas devo admitir ... estou um pouco cansada do nada, e ao mesmo tempo de saco cheio de tudo, porém no momento estou muito bem . Difícil de entender ? Eu também acho. Alguém se disponibiliza para tal entendimento ? Eu ficaria grata e contente em saber que alguém pensou nisso, ou não, pois então.. eis a questão!
Não estou nem ai se o que eu disse não tem nexo algum, ou então não esta conforme as reeeegras 'gramaticaãaais' ( booo ), que se dane tudo isso, joguei pro alto... MAS, tem horas em que nos importamos com tudo, o jeito em que estamos falando e escrevendo, pensando se está certo, se está perfeito. Concluindo de forma não concluída: ser humano, seres contraditórios com a própria ilusão que os envolve, como se fosse uma grande ou tão microscópica bolha de sabão, mas acho que não, bolhas de sabão costumam ser transparentes e o que nos envolve,hãaaa...não chega nem perto do estado "embaçado" da coisa, então melhor dizendo, pode ser algum tipo de epiderme envoltória, impedindo a entrada absoluta da luz, permitindo apenas que alguns feixes penetrem ,e as sombras provocadas por ela. A comparação que posso fazer sobre o que eu acabei de escrever, é que de toda da luz solar, recebemos desta luz uma parte em dois bilhoes. Imagine que o Sol tem dois bilhões de reais e para nós ele dá 1 real, é aproximadamente por aí a história da coisa, só nao me pergunte pra que o sol teria dois bilhões de reais .
E o amor, alguém sabe explicar? Alguma explicação cientifica pra isso ? ... Sim, muitas explicações para este sentimento, para cada tipo de pessoa há uma explicação, há uma compreensão diferentes. Já para mim o amor é o grande progenitor da humanidade, nosso pai, mas também a nossa mãe. É estranho pensar que somos divididos em tantas categorias, que podem nos julgar bons ou ruins , como por ex : homens e mulheres, brancos e pretos, ocidentais e orientais, brasileiros, europeus, mexicanos ... pobres ou ricos, inteligentes ou burros, feios ou bonitos. E então fica a pergunta : você se classifica alguém classificável pela sociedade em que vivemos ? Ou então você é você, e ponto final ?
Você pode ser um diamante bruto, consequentemente diamantes brutos logo são esculpidos por outra criatura ao serem encontrados ,também por outra criatura, isso mesmo, outra criatura, o diamante não deixa de ser uma criatura, uma criação de algum ser ou criatura. Mas agora tentando estabelecer alguma analogia um tanto quanto inusitada ou não, eu pergunto : Por que esperamos que alguém nos encontre para podermos ser polidos ou esculpidos? Vamos nós mesmo fazer isso, buscar por nós , e vamos nos esculpir da forma que melhor nos agrada, sem pensar no que os outros estão achando, pois os outros também vão estar pensando o que você vai achar deles, e isso vai virando uma bola de neve sem fim, e sem fim e sem fim, que deu nisso...o jeito em que vemos as coisas, hoje e ontem, mas acredito que vem mudando com o tempo.
De forma manipulada, tapada, irracional, des(humana) .... estamos sendo tratados por aqui, como se fossemos marionetas de algum poder maior, na verdade " poder maior" não é o melhor termo correto para tal tratamento, melhor seria de algum poder tão medíocre e sem sentido algum, que as chamo de máfias...Sim, máfias da humanidade . Elas estão tomando conta, alastrando geral ? Se pra você isso não tem solução, a resposta é sim! Agora se pra você isso tem solução, tem saída, há uma melhor forma de resolver tudo isso, e acredita no bem maior, a resposta é não.
Definição da mente humana, não sei qual seria...mas na minha cabeça existe a imagem de algo que pode representar bem tudo isso, as faces da nossa dualidade psicológica
Acredite no que você pode mudar e fazer de melhor, nas suas ideias e metamorfoses ambulantes como a paranóia delirante e o caminho coadjuvante ou até mesmo o cachimbo de alguém irritante, melhorando o aspectos dos paraísos artificiais, surge a demagogia com o seu punhal, pronto para o lance de alguém mortal, ou algum remédio que cura mal de Parkinson e tal, remédio tem pro bem e tem pro mal. Fazendo cena em chão de poeira, protagonizando o irreal, ou até mesmo o que se torna mais fatal, ou então tudo é mentira e ponto final.

Isis Meirelles